Na maioria das transportadoras, o maior sócio é invisível: a carga tributária. Diesel, pneus, pedágio e manutenção escondem créditos que raramente são aproveitados — e a escolha errada de regime drena a margem do frete em silêncio. O planejamento tributário acende o painel: mostra, em números, quanto a sua operação paga a mais e como recuperar.
Quatro pontos onde a transportadora mais perde dinheiro sem perceber. Cada um deles é dinheiro saindo do caixa — mês após mês.
A empresa abriu no Simples e nunca mais revisou. Conforme o faturamento cresce, o que era barato vira a opção mais cara — e ninguém recalcula.
Diesel, pneus, peças e manutenção geram crédito que deixa de ser aproveitado. E o que não é recuperado prescreve em cinco anos — um mês de crédito perdido a cada mês que passa.
Sem saber a carga tributária real por operação, o preço do frete sai com imposto a mais embutido — e a margem some na hora de competir.
CBS e IBS mudam a conta a partir de 2027. Quem não simula o novo cenário agora vai descobrir o impacto quando já não dá para reagir.
Não existe regime melhor — existe o regime certo para o tamanho, a margem e a estrutura de custo da sua transportadora. A diferença entre eles pode ser a sua margem do ano inteiro.
Unifica vários impostos numa só guia (DAS) e tem menos obrigações acessórias. Mas a alíquota não é fixa: sobe conforme o faturamento dos últimos 12 meses — o que era barato no começo encarece à medida que a transportadora cresce.
Ideal para começar e operação leveOs tributos federais incidem sobre uma base de presunção (8% para IRPJ, 12% para CSLL), com carga previsível sobre o faturamento; o ICMS varia por estado. Bom para planejar o caixa — mas as despesas da operação não geram crédito.
Previsibilidade sem aproveitar créditosObrigatório acima de R$ 78 mi de faturamento, opcional abaixo. É o único regime que deixa a transportadora creditar PIS e COFINS sobre diesel, pneus, peças e manutenção. Quando o custo operacional é alto, esse abatimento frequentemente torna o Real o mais barato.
A maior alavanca de crédito do setorNo regime certo, boa parte do que a transportadora gasta para rodar deixa de ser só custo e passa a abater imposto. São insumos essenciais à atividade — e a lei reconhece isso.
O maior custo da operação. Em frota pesada, pode chegar a 40% das despesas — e gera crédito que pesa na conta final.
Reposição constante em quem roda muito. Cada troca documentada é base de crédito que normalmente fica esquecida.
Oficina, lubrificantes e serviços que mantêm a frota rodando entram como insumo essencial à prestação do serviço.
Despesas ligadas diretamente ao transporte compõem o conjunto de créditos que reduz a base do imposto a pagar.
O conceito de insumo para o setor já é amparado pelo entendimento do STJ (Tema 779): essencial e relevante à atividade gera direito a crédito. O que não é recuperado, porém, prescreve em cinco anos — cada mês que passa é um mês de crédito que se perde.
CBS e IBS substituem PIS, COFINS, ICMS e ISS numa transição longa, definida pela LC 214/2025. Para a transportadora, o ponto não é o medo — é entender o cronograma e se posicionar antes que ele vire conta.
CBS e IBS entram com alíquotas simbólicas e efeito neutro no caixa. Mas os campos de IBS/CBS no CT-e já passam a ser exigidos — o sistema da transportadora precisa estar pronto.
PIS e COFINS são extintos e a CBS passa a valer com alíquota cheia. É o ano em que o regime escolhido e o aproveitamento de crédito fazem a maior diferença na margem.
ICMS e ISS desaparecem por completo. Quem simulou os cenários ao longo da transição chega pronto; quem não simulou, reage no escuro.
A Contelli pega os números reais da sua transportadora — faturamento, diesel, folha, margem — e roda a comparação entre Simples, Presumido e Real, projetando também o cenário da Reforma. Você não escolhe regime no escuro: vê, em números, qual caminho protege a sua margem. Contabilidade especializada em transporte, 100% remota, em todo o Brasil.
Não existe resposta única: depende do faturamento, da margem e da estrutura de custo. Transportadoras de frota pesada e custo alto costumam se beneficiar do Lucro Real pelos créditos de diesel, pneus e manutenção; outras ganham com a previsibilidade do Presumido ou a simplicidade do Simples. A decisão certa vem de uma simulação comparativa com os seus números.
Em muitos casos, sim. Transportadoras no regime não cumulativo podem ter créditos não aproveitados sobre insumos essenciais à atividade. O prazo é de cinco anos — o que ultrapassa esse limite prescreve. Por isso a revisão deve começar o quanto antes.
A opção é anual e definida no início do exercício, com prazos específicos para cada regime. Permanecer por inércia no mesmo enquadramento é um dos erros que mais custam margem — vale revisar todo ano.
O efeito depende da sua operação. A alíquota nominal pode subir, mas a não cumulatividade plena permite aproveitar mais créditos — diesel, pedágio, manutenção — o que tende a compensar. Quem simula os cenários agora chega preparado a 2027, quando a CBS passa a valer com alíquota cheia.
Sim. A Contelli é 100% remota e atende transportadoras em todo o Brasil, com contabilidade especializada no setor e proximidade direta com o dono do negócio.
É simples: você fala com a Contelli pelo WhatsApp, a equipe levanta os números reais da sua operação e roda a comparação entre os regimes. Você recebe, em números, o caminho que protege a sua margem.
Um diagnóstico tributário mostra, em números, quanto a sua transportadora pode economizar — e o caminho para chegar lá. O primeiro passo é uma conversa.